{"id":673,"date":"2013-01-03T01:37:39","date_gmt":"2013-01-03T01:37:39","guid":{"rendered":"http:\/\/draocunha.com.br\/site\/?p=673"},"modified":"2013-03-03T01:41:58","modified_gmt":"2013-03-03T01:41:58","slug":"cozinhar-mais-sustentavel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/draocunha.com.br\/drao\/dicas\/cozinhar-mais-sustentavel","title":{"rendered":"Cozinhar mais sustent\u00e1vel"},"content":{"rendered":"<p>Consumidores querem cada vez mais marcas que respeitem o meio ambiente. Na Europa j\u00e1 existem redes de supermercados que s\u00f3 vendem produtos \u201cverdes\u201d. Exemplos em revistas mostram que \u201cverde\u201d, \u201cecologicamente correto\u201d e \u201csustent\u00e1vel\u201d est\u00e3o cada vez mais na moda. Mas como \u00e9 o comportamento do consumidor na sua pr\u00f3pria cozinha em rela\u00e7\u00e3o o meio ambiente? Veja alguns exemplos de como pode se cozinhar num jeitinho mais \u201cverde\u201d.<\/p>\n<p>Quais ingredientes s\u00e3o ecologicamente mais corretos e quais n\u00e3o s\u00e3o? Uma batata e um tomate comum, por exemplo, necessitam muito mais agrot\u00f3xicos para crescer (bem) do que uma mandioca ou tomatinho cereja. O atum fica bem mais perto da extin\u00e7\u00e3o do que salm\u00e3o ou truta. A produ\u00e7\u00e3o da carne bovina, su\u00edna e de aves tem cada uma seu pr\u00f3prio efeito no meio ambiente. Assim t\u00eam muito mais exemplos. Comparando diversos ingredientes podemos montar receitas e pratos que prejudicam menos (ou mais) o meio ambiente.<\/p>\n<p>Aprender economizar \u00e1gua, g\u00e1s e eletricidade na prepara\u00e7\u00e3o e armazenagem dos pratos. A batata ou couve flor cozinham igualmente numa panela com pouquinha \u00e1gua ou numa panela cheia de \u00e1gua. Por\u00e9m se gasta muito mais g\u00e1s (e \u00e1gua) no segundo caso, al\u00e9m de perder valor nutritivo. Assim tem muitos outros exemplos.<\/p>\n<p>Aproveitar melhor o valor nutritivo dos alimentos. Em batatas e legumes a parte mais nutritiva fica logo em baixo da casca. Muitas vezes jogamos fora justamente esta parte descascando o alimento. Na hora de cozinhar os nutrientes se dissolvem na \u00e1gua, que muitas vezes \u00e9 jogada fora tamb\u00e9m. Podemos aproveitar esta \u00e1gua de diversas maneiras.<\/p>\n<p>Aprender a fazer pratos elaborados e sofisticados usando ingredientes simples: com um litro de leite e um pouco de a\u00e7\u00facar e maisena podemos fazer in\u00fameros \u201cDanones\u201d que normalmente s\u00e3o vendidos por um pre\u00e7o absurdamente alto no supermercado. Uma cenoura com um pouco de a\u00e7\u00facar e \u00e1gua com g\u00e1s vira uma falsa \u201cfanta\u201d muito gostosa. Assim existem muitos exemplos como imitar produtos que normalmente s\u00e3o caros no supermercado usando ingredientes baratos e a sua pr\u00f3pria criatividade.<\/p>\n<p>Embalagens e lixo. Na hora de comprar j\u00e1 podemos pensar na quantidade e qualidade das embalagens que vamos jogar \u201cfora\u201d durante o processo da prepara\u00e7\u00e3o do prato. A separa\u00e7\u00e3o e reciclagem de diversos tipos de embalagens (vidro, lata, pl\u00e1stico, etc.) podem diminuir muito a quantidade de lixo que produzimos. Sobras de comida podem ser aproveitadas para criar outros pratos em vez de ser jogado fora, evitando assim mais lixo.<\/p>\n<p>Viu? Com pequenas mudan\u00e7as nas atitudes do dia-dia,\u00a0 pode-se ajudar mais o meio ambiente e cozinhar num jeito mais sustent\u00e1vel, gostoso e econ\u00f4mico.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Consumidores querem cada vez mais marcas que respeitem o meio ambiente. Na Europa j\u00e1 existem redes de supermercados que s\u00f3 vendem produtos \u201cverdes\u201d. Exemplos em revistas mostram que \u201cverde\u201d, \u201cecologicamente correto\u201d e \u201csustent\u00e1vel\u201d est\u00e3o cada vez mais na moda. Mas como \u00e9 o comportamento do consumidor na sua pr\u00f3pria cozinha em rela\u00e7\u00e3o o meio ambiente? Veja alguns exemplos de como &#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":670,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[52],"tags":[],"class_list":["post-673","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-dicas"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/draocunha.com.br\/drao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/673","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/draocunha.com.br\/drao\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/draocunha.com.br\/drao\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/draocunha.com.br\/drao\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/draocunha.com.br\/drao\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=673"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/draocunha.com.br\/drao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/673\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":678,"href":"https:\/\/draocunha.com.br\/drao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/673\/revisions\/678"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/draocunha.com.br\/drao\/wp-json\/wp\/v2\/media\/670"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/draocunha.com.br\/drao\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=673"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/draocunha.com.br\/drao\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=673"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/draocunha.com.br\/drao\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=673"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}